segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
Dica de leitura para as férias. Vale a pena !!!
Casa com Alpendre de Vidro Cego conta, com a simplicidade característica da melhor literatura nórdica, a vida de Tora, uma menina nascida da relação de uma norueguesa com um soldado alemão durante a Ocupação, numa aldeia do Norte da Noruega.Tora carrega o estigma da desonra que a torna alvo do escárnio dos vizinhos, mas é no lar que terá de enfrentar as investidas do perigo, sofrendo com a ausência da mãe, Ingrid, que tem de sustentar a família, e com os abusos do padrasto, Henrik, um homem violento. Apesar deste ambiente de pobreza e de miséria moral, Tora tem as ilusões próprias de uma menina da sua idade e desenvolve armas para lutar contra as adversidades.A Casa com Alpendre de Vidro Cego é o primeiro título da trilogia de Tora que nos deixará, a todos, na expectativa de saber como será a vida da menina-coragem.
No auge da sua carreira como pianista, Z. apanha um comboio com destino a Florença, cidade onde, a convite do governo italiano, irá dar um concerto. Pouco antes de cruzar a fronteira, é acometido por uma indisposição, e, depois da sua atuação, acaba por ser internado num hospital florentino, sendo-lhe diagnosticada uma rara doença viral. Aí, enquanto paira entre a vida e a morte, Z. levará a cabo um diálogo intenso e crítico com o seu médico, uma indagação sem concessões sobre o precário equilíbrio entre o poder curativo da ciência e o espírito de luta do paciente. Uma noite, presa do delírio causado pela morfina, Z. escuta uma voz feminina, que lhe sussurra: «Não quero que morra.» E estas palavras terão nele um efeito medicinal, levando-o a repensar aspectos fundamentais da sua vida. Será aquela «força feminina», aquela energia que age mascarada, a lutar por ele, a trazê-lo de volta à vida.Escrito em 1946, no seguimento de As Velas Ardem até ao Fim, este romance é mais um claro exemplo da especial sensibilidade e talento do grande escritor húngaro para abordar as principais preocupações do ser humano, aquelas que transcendem as fronteiras históricas e geográficas. A paixão, o sofrimento, a doença, o êxtase provocado pela arte e o mistério da morte são alguns dos temas intemporais que Sándor Márai aborda de forma magistral ao longo destas páginas - a última obra que publicou no seu país, antes de partir para o exílio.
sábado, 24 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Bom Resumo: Você embrulhou presentes errado a vida toda, veja ...
Bom Resumo: Você embrulhou presentes errado a vida toda, veja ...:
Confira a incrível técnica japonesa de embrulhar presentes,
e pensar que quase todo mundo embrulha de
forma errada sempre, veja o passo a pas...
Confira a incrível técnica japonesa de embrulhar presentes,
e pensar que quase todo mundo embrulha de
forma errada sempre, veja o passo a pas...
A importância de reverenciar os antepassados !!!!
Em homenagem aos meus ancestrais, representados nessas fotos de alguns deles:
Meus bisavós Julieta Vasques de Castro e Luiz Augusto Teixeira de Castro,
meus avós maternos: Sebastião Pacheco de Castro e Leonor Tavares de Castro
meus avós paternos Oswaldo Vasques de Castro e Maria José Junqueira de Castro
"Nossos antepassados são as raízes de nossa vida. Muitas pessoas perdem sua força, porque perdem a conexão com sua própria origem através da rejeição ou do não reconhecimento de seus ancestrais. Assim, perdem a conexão com a Vida.A primeira geração de antepassados são os nossos pais, seguidos pelos nossos avós, bisavós e assim por diante.
Se pudéssemos percorrer toda árvore genealógica, chegaríamos à real origem de nossas vidas, e talvez, à origem de todos os seres humanos. Fato é que todas as pessoas que nos precederam, realmente existiram. Não são meras criações mentais. São pessoas reais que estão diretamente ligadas à nossa própria existência, pois caso uma delas não tivesse existido, nós também não teríamos a oportunidade de estarmos vivos."
A INFLUÊNCIA DOS ANCESTRAIS EM NOSSAS VIDAS
Segundo os preceitos do Xamanismo, os ancestrais estão presentes nos nossos genes. Portanto, sob esse ponto de vista, é possível afirmar que nossas células guardam resquícios de comportamentos familiares e influenciam no modo como percebemos a vida. Isso significa que alguns comportamentos e características de nossa personalidade podem ter vindo de costumes ancestrais, de nossa linhagem familiar.É por isso que a reconexão com os ancestrais ajudaria a compreendermos quem somos e de onde viemos. Necessitamos curar feridas do nosso passado para reorganizarmos o nosso presente e vislumbrar um novo futuro. Precisamos, também, conhecer e honrar o que nossos ancestrais nos deixaram.
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